{"id":1078,"date":"2025-05-25T13:03:54","date_gmt":"2025-05-25T13:03:54","guid":{"rendered":"https:\/\/seae-embu.org\/seae2024\/?page_id=1078"},"modified":"2025-05-25T13:29:37","modified_gmt":"2025-05-25T13:29:37","slug":"embu-das-artes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/seae-embu.org\/seae2024\/embu-das-artes\/","title":{"rendered":"Embu das Artes"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-a6be1363 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container__shape uagb-container__shape-bottom uagb-container__shape-flip uagb-container__invert\" data-negative=\"false\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 1000 100\" preserveAspectRatio=\"none\"><path class=\"uagb-container__shape-fill\" d=\"M0,6V0h1000v100L0,6z\"><\/path><\/svg><\/div><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-81d18f4d\"><p class=\"uagb-desc-text\">embu das artes<\/p><h1 class=\"uagb-heading-text\">EMBU DAS ARTES: A CIDADE COM voca\u00e7\u00e3o art\u00edstica<\/h1><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-9dbb18d7 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-1fd5f659\"><p class=\"uagb-desc-text\">ORIGEM DA CIDADE<\/p><h2 class=\"uagb-heading-text\">Atuamos contra a degrada\u00e7\u00e3o e em favor da sustentabilidade<\/h2><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-layout-grid uagb-block-84e20ad5\">\n<div class=\"wp-block-uagb-image alignleft uagb-block-52eed376 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-left\"><figure class=\"wp-block-uagb-image__figure\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/seae-embu.org\/seae2024\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/niverembu.jpg ,https:\/\/seae-embu.org\/seae2024\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/niverembu.jpg 780w, https:\/\/seae-embu.org\/seae2024\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/niverembu.jpg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 150px\" src=\"https:\/\/seae-embu.org\/seae2024\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/niverembu.jpg\" alt=\"\" class=\"uag-image-1080\" width=\"500\" height=\"450\" title=\"niverembu\" loading=\"lazy\" role=\"img\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-de5ccef8 uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top wp-block-uagb-info-box--has-margin\"><div class=\"uagb-infobox-margin-wrapper\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><h3 class=\"uagb-ifb-title-prefix\">EM EMBU DAS ARTES, voc\u00ea descobre por que o controle da ocupa\u00e7\u00e3o e a preserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais \u00e9 importante pra todos.<\/h3><p class=\"uagb-ifb-title\">A cidade de Embu tem suas origens na antiga aldeia M\u2019Boy, criada pelos padres da Companhia de Jesus na primeira metade do s\u00e9culo XVII, mais precisamente em 1554. M\u2019Boy, Boy, Bohi, Bohu, Emboi, Alboy, Embohu. Diversas grafias foram registradas por S\u00e9rgio Buarque de Hollanda para a palavra ind\u00edgena que nomeava a extensa regi\u00e3o onde surgiu a aldeia. Diz a lenda que o nome M\u2019Boy \u2013 cobra em tupi-guarani \u2013 foi dado para homenagear um \u00edndio que salvara da morte o padre Belchior de Pontes, figura fundamental na hist\u00f3ria da aldeia. Segundo Leonardo Arroyo, o termo M\u2019Boy vem de Mbe\u00eeu, que significa \u201ccousa penhascosa\u201d, agrupamento de montes, coisa em cachos ou cacheados.<\/p><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\">.<\/p><\/div><\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-f7d88070 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-6215ea89\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-809e447c\"><p class=\"uagb-desc-text\"><strong>Origem da cidade<\/strong><br>\u201cA cidade de Embu tem suas origens na antiga aldeia M\u2019Boy, criada pelos padres da Companhia de Jesus na primeira metade do s\u00e9culo XVII, mais precisamente em 1554. M\u2019Boy, Boy, Bohi, Bohu, Emboi, Alboy, Embohu. Diversas grafias foram registradas por S\u00e9rgio Buarque de Hollanda para a palavra ind\u00edgena que nomeava a extensa regi\u00e3o onde surgiu a aldeia. Diz a lenda que o nome M\u2019Boy \u2013 cobra em tupi-guarani \u2013 foi dado para homenagear um \u00edndio que salvara da morte o padre Belchior de Pontes, figura fundamental na hist\u00f3ria da aldeia. Segundo Leonardo Arroyo, o termo M\u2019Boy vem de Mbe\u00eeu, que significa \u201ccousa penhascosa\u201d, agrupamento de montes, coisa em cachos ou cacheados.<br>\u201cDe qualquer modo, era nessas terras montanhosas, que ficava a fazenda de Fern\u00e3o Dias Pais \u2013 tio do famoso bandeirante ca\u00e7ador de esmeraldas \u2013 e Catarina Camacho, sua mulher. Em 24 de janeiro de 1624, o casal doou a propriedade aos jesu\u00edtas, incluindo os muitos \u00edndios que aldeara em torno da sede. Duas condi\u00e7\u00f5es foram impostas por Catarina Camacho para efetivar a doa\u00e7\u00e3o: o culto ao Santo Crucifixo e a festa de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, a quem a pequena capela da fazenda era dedicada.<br>A doa\u00e7\u00e3o era bem conveniente aos jesu\u00edtas, que, atacados por \u00edndios na aldeia de Mani\u00e7oba, pr\u00f3xima de Piratininga (vila que deu origem \u00e0 cidade de S\u00e3o Paulo), procuravam um lugar mais seguro para prosseguir com sua miss\u00e3o de catequizar o gentio. A nova aldeia, al\u00e9m de estar mais afastada do n\u00facleo de Piratininga, ficava na conflu\u00eancia dos caminhos que levavam ao mar e ao sert\u00e3o, um ponto estrat\u00e9gico.<br>Uma vez instalados, os padres iniciaram o trabalho de catequese dentro dos moldes de outros aldeamentos jesu\u00edticos. O princ\u00edpio b\u00e1sico era fixar os \u00edndios em torno das igrejas e col\u00e9gios, protegendo-os da escravid\u00e3o. Em troca, o gentio tinha que se submeter \u00e0 nova disciplina que, na maior parte das vezes, entrava em choque direto com a cultura ind\u00edgena. Al\u00e9m de se adequar \u00e0 moral religiosa cat\u00f3lica, que permitia um \u00fanico casamento, os \u00edndios transformavam-se em agricultores sedent\u00e1rios.<br>Talvez por problemas de adapta\u00e7\u00e3o dos ind\u00edgenas ao novo modo de vida, no fim do s\u00e9culo XVII e in\u00edcio do XVIII, o padre Belchior de Pontes, ent\u00e3o diretor da aldeia, resolve mud\u00e1-la para outro lugar n\u00e3o muito distante. Segundo relata o padre Manuel Fonseca no livro \u201cA Vida do Vener\u00e1vel Padre Belchior de Pontes\u201d, a nova aldeia ficava assentada num plano cercado de riachos que produziam peixes mi\u00fados em tal quantidade, que podiam ajudar muito a sustenta\u00e7\u00e3o dos \u00edndios. No novo local, o padre Belchior de Pontes ergueu tamb\u00e9m uma nova igreja, maior que a anterior, conservando a invoca\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora do Ros\u00e1rio.<br><strong>O que as culturas ind\u00edgenas t\u00eam a ensinar ao homem branco?<\/strong><br>\u201cSobretudo a simplicidade na forma de viver. O \u00edndio sabe resistir muito bem ao que chamo de canto da sereia da cidade grande \u2013 essa febre de consumo que atrai as pessoas e que ilude a todos.\u201d<br><br>(<em>DANIEL MUNDURUKU EM ENTREVISTA \u00c0 REVISTA NOVA ESCOLA)<\/em><br>Em meados do s\u00e9culo XVIII, a aldeia contava com 261 \u00edndios e apresentava sinais de prosperidade, destacando-se entre as demais. J\u00e1 havia sido constru\u00edda a resid\u00eancia dos jesu\u00edtas, com a ajuda dos \u00edndios. Al\u00e9m da mandioca, trigo e legumes, produzia-se algod\u00e3o, que era fiado e tecido ali mesmo pelas \u00edndias. H\u00e1 registros de exporta\u00e7\u00f5es para Rio de Janeiro e Bahia em 1757. Uma outra peculiaridade da aldeia era a exist\u00eancia de uma banda de m\u00fasica, bastante respeitada na regi\u00e3o. Composta de \u00edndios guaranis, que dedicavam duas horas da manh\u00e3 e duas horas da tarde aos ensaios, a corpora\u00e7\u00e3o musical participava de missas e prociss\u00f5es, se apresentando em localidades pr\u00f3ximas.\u201d<br><br><em>Agenda 21 Escolar de Embu das Artes. Publica\u00e7\u00e3o Sociedade Ecol\u00f3gica Amigos de Embu \u2013 SEAE\/Fundo Estadual de Recursos H\u00eddricos \u2013 Fehidro. Embu, S\u00e3o Paulo, 20.<\/em><br><strong><br>Embu Terra das Artes<\/strong><br>A voca\u00e7\u00e3o art\u00edstica da cidade come\u00e7ou em 1937, quando C\u00e1ssio M\u2019Boy, santeiro de Embu, ganhou o primeiro grande pr\u00eamio na Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Artes T\u00e9cnicas em Paris. Antes disso, C\u00e1ssio foi professor de v\u00e1rios artistas e recebia em sua casa expoentes do Movimento Modernista de 1922 e das artes em S\u00e3o Paulo, incluindo Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Alfredo Volpi e Yoshio Takaoka.<br><br>Depois de C\u00e1ssio M\u2019Boy veio Sakai de Embu \u2014 reconhecido internacionalmente como um dos grandes ceramistas-escultores brasileiros. Sakai forma um grupo de artistas pl\u00e1sticos, ao qual pertence Solano Trindade.<br><br>Solano Trindade chega em Embu em 1962 e traz consigo a cultura negra, congregando um grupo de artistas em seu redor, e introduzindo a tradi\u00e7\u00e3o dos orix\u00e1s.<br><br>Com o 1\u00ba Sal\u00e3o das Artes, em 1964, a tradi\u00e7\u00e3o art\u00edstica da cidade institucionaliza-se e ganha proje\u00e7\u00e3o dentro e fora do Brasil. Paralelamente, a partir dos finais dos anos 60, a cidade passa a p\u00f3lo de atra\u00e7\u00e3o para hippies, que exp\u00f5em os seus trabalhos de artesanato todos os fins de semana, dando origem \u00e0 Feira de Artes e Artesanato.<br><br><strong>Em 1959, Embu passa a ser munic\u00edpio ao se emancipar de Itapecerica da Serra.<br><\/strong>Um dos cart\u00f5es postais do munic\u00edpio, a Feira de Embu das Artes transformou-se no maior evento do g\u00eanero pela a\u00e7\u00e3o vision\u00e1ria de protagonistas como o escultor Assis do Embu (falecido em 2006), o ceramista Sakai do Embu (tamb\u00e9m falecido), entre outros nomes, na sua maioria artistas e hippies que expunham na Pra\u00e7a da Rep\u00fablica e vieram morar na cidade. Instalada inicialmente em frente ao Museu de Arte Sacra, no Largo dos Jesu\u00edtas, a feira surgiu com poucos artistas expondo suas obras em panos estendidos no ch\u00e3o.<br><br>Embu respira arte desde sua funda\u00e7\u00e3o. Os padres jesu\u00edtas e os \u00edndios guaranis foram os primeiros artistas de Embu. Suas m\u00e3os marcaram o car\u00e1ter da cidade vis\u00edveis na arquitetura da igreja, na escultura dos santos de madeira, nas pinturas e entalhamentos. Documentos hist\u00f3ricos contam que os jesu\u00edtas aceitavam encomendas de santos e \u00e9 bem poss\u00edvel que essa tradi\u00e7\u00e3o de santeiro tenha se mantido entre os poucos habitantes da vila durante o s\u00e9culo 19 e in\u00edcio do s\u00e9culo passado. A constru\u00e7\u00e3o da igreja Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, com sua torre em estilo mo\u00e7\u00e1rabe, j\u00e1 era arte.<br><br><strong>Capela de S\u00e3o Lazaro<\/strong><br>A origem da Capela de S\u00e3o Lazaro est\u00e1 ligada \u00e0 uma imagem do santo esculpida em madeira pelo artista C\u00e1ssio M\u2019Boy, nos anos 20. O S\u00e3o Lazaro de C\u00e1ssio M\u2019Boy come\u00e7ou a atrair um grande n\u00famero de devotos e, em 1934, decidiu-se construir uma capela para abrigar a imagem e seus adoradores. Em 1969 a capela foi restaurada aproximando-a das linhas da arquitetura jesu\u00edtica da Igreja Nossa Senhora do Ros\u00e1rio.<br><br><strong>Conjunto Jesu\u00edtico Nossa Senhora do Ros\u00e1rio<\/strong><br>O Conjunto Jesu\u00edtico Nossa Senhora do Ros\u00e1rio \u00e9 formado pela igreja e pela antiga resid\u00eancia dos padres, conjugadas numa mesma edifica\u00e7\u00e3o. O desenho das portas e janelas cria uma delicada movimenta\u00e7\u00e3o da fachada. Trata-se de um dos mais importantes e preservados remanescentes das constru\u00e7\u00f5es jesu\u00edtas em S\u00e3o Paulo, caracterizadas pela simplicidade das linhas retas.<br>A igreja come\u00e7ou a ser constru\u00edda por volta de 1700 pelo Padre Belchior de Pontes em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 antiga capela da fazenda de Catarina Camacho situada n\u00e3o muito longe dali, tamb\u00e9m dedicada a Nossa Senhora do Ros\u00e1rio. A nova igreja teria suficiente capacidade para que os \u00edndios e vizinhos pudessem comodamente observar os preceitos a que est\u00e3o obrigados, como registrou o Padre Manuel da Fonseca no livro \u2018A Vida do Vener\u00e1vel Padre Belchior de Pontes\u2019.<br><br><strong>Museu de Arte Sacra dos Jesu\u00edtas<\/strong><br>O Conjunto Jesu\u00edtico inclui a Igreja de Nossa Senhora do Ros\u00e1rio e sedia o Museu de Arte Sacra. Sua arquitetura apresenta particularidades do estilo barroco paulista e um acervo rico em imagens de anjos, santos e personagens b\u00edblicos entalhados em madeira, modelados em terracota ou em arma\u00e7\u00f5es em roca, produzidas entre os s\u00e9culos XVII e XIX. Creditam a autoria da imagem da Nossa Sra. do Ros\u00e1rio, em terracota, ao Padre Belchior de Pontes, respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o da Igreja. A obra prima do museu, \u201cSenhor Morto\u201d esculpida em tamanho real em uma \u00fanica tora de madeira, bem como as imagens de Nossa Senhora das Dores e da Santa Ceia, em roca, s\u00e3o da autoria do Padre Macar\u00e9.<br>As demais pe\u00e7as expostas foram esculpidas por jesu\u00edtas auxiliados pelos \u00edndios. O tour tem a Igreja como ponto alto: a sacristia, com pinturas de estilo oriental no forro, e o altar da capela-mor, ornado com talha dourada.<br><br>Fonte dos Jesu\u00edtas<br>Descoberta em 1944, a fonte de \u00e1gua mineral em Embu das Artes, conhecida como Fonte dos Jesu\u00edtas, \u00e9 uma das mais antigas do Brasil. O Decreto de Lavra foi expedido em 1950 e assinado pelo Presidente da Rep\u00fablica Dr. Eurico Gaspar Dutra. Est\u00e1 localizada em \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o ambiental de Mata Atl\u00e2ntica com fauna e flora exuberantes.<br>Desde 2005, o Grupo \u00c1gua Mineral Natural Mata Atl\u00e2ntica vem cuidando do local. Uma ampla reforma foi realizada modernizando as instala\u00e7\u00f5es. No Fontan\u00e1rio todos podem tomar uma \u00e1gua fresquinha e conhecer o processo de envase.<br><br><strong>F<\/strong><em><strong>estas Populares:<br><\/strong><\/em><strong>Festa de Santa Cruz<br><\/strong>A adora\u00e7\u00e3o \u00e0 Santa Cruz popularizou-se depressa entre a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena. O s\u00edmbolo da cruz, plantando pelos mission\u00e1rios nos terreiros das malocas, saudado pelo canto di\u00e1rio, fixando o local das cerim\u00f4nias religiosas, dos s\u00edtios dos noven\u00e1rios, das ora\u00e7\u00f5es, dos autos e das reuni\u00f5es de prega\u00e7\u00e3o foi o primeiro trabalho deixado pelo europeu na terra brasileira.<br>Santa curuzu dos guaranis e santa curu\u00e7\u00e1 dos tupis, manifesta\u00e7\u00f5es religiosas decorrentes da cristianiza\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas, figuravam no devocion\u00e1rio mameluco, mesti\u00e7o e caboclo.<br>Na Adora\u00e7\u00e3o \u00e0 Santa Cruz, o pr\u00f3prio povo dirige a celebra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1stica. O capel\u00e3o, que \u00e9 um pasiano, \u00e9 o encarregado de cantar os versos de louvor. Por ocasi\u00e3o do IV Centen\u00e1rio de S\u00e3o Paulo, em 1954, a dan\u00e7a de Santa Cruz foi considerada contribui\u00e7\u00e3o da cultura do \u00edndio-jesu\u00edtica para a forma\u00e7\u00e3o do Estado de S\u00e3o Paulo.<br><br><strong>Tapete Corpus Cristhi<br><\/strong>Comemora\u00e7\u00e3o religiosa com a participa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, comunidades religiosas na montagem e prociss\u00e3o e tamb\u00e9m de artistas locais. As ruas s\u00e3o decoradas com belos tapetes. Festa tradicional na cidade.<br><strong>Fontes:<\/strong><br>Site \u2013 Prefeitura de Embu \u2013 www.prefeituraembu.org.br<br>Site \u2013 M\u2019Boy \u2013 www.mboy.com.br<br>Franco, Maria Isabel C. (coord.). Agenda 21 Escolar de Embu das Artes. Sociedade Ecol\u00f3gica Amigos de Embu \u2013 SEAE\/Fundo Estadual de Recursos H\u00eddricos \u2013 Fehidro. Embu, S\u00e3o Paulo, 2005.<\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-809e447c\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br>Document\u00e1rio<\/h3><p class=\"uagb-desc-text\"><strong>\u00a0\u201cEmbu \u2013 Terra das Artes\u201d<br>aborda preju\u00edzos ao meio ambiente com Corredor Empresarial<\/strong><br>Que conflitos e amea\u00e7as pode deflagrar um Plano Diretor equivocado a uma cidade? \u00c9 esse o tema do Document\u00e1rio \u201cEmbu \u2013 Terra das Artes\u201d(2012),\u00a0 de FILME-EMBU-TERRA-DAS-ARTESF\u00e1tima Seehagen, que aborda os danos que o munic\u00edpio pode sofrer a partir da revis\u00e3o do Plano Diretor. Com um patrim\u00f4nio art\u00edstico e ambiental reconhecido internacionalmente e uma trajet\u00f3ria de lutas de sua popula\u00e7\u00e3o para preservar o meio ambiente, Embu das Artes pode sofrer terr\u00edveis mudan\u00e7as em seu ecossistema com a proposta de um corredor empresarial que atravessar\u00e1 a APA (\u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Ambiental) Embu Verde.<br><br>Essa regi\u00e3o, de densa Mata Atl\u00e2ntica, fauna e flora riqu\u00edssimas, faz parte da Reserva da Biosfera do Cintur\u00e3o Verde da Cidade de S\u00e3o Paulo. A cria\u00e7\u00e3o de um corredor empresarial induz a ocupa\u00e7\u00e3o com galp\u00f5es e ind\u00fastrias em meio a importantes remanescentes florestais, prejudicando tamb\u00e9m importantes mananciais, destacando-se os rios Embu Mirim e Cotia. Esse novo Plano Diretor compromete, n\u00e3o apenas as \u00faltimas \u00e1reas verdes do munic\u00edpio, como a sobreviv\u00eancia do n\u00facleo de arte na regi\u00e3o.<br><br>O document\u00e1rio reafirma a voca\u00e7\u00e3o da cidade de Embu das Artes \u2013 SP, est\u00e2ncia tur\u00edstica de grande valor art\u00edstico, em contraposi\u00e7\u00e3o com uma sequ\u00eancia de interven\u00e7\u00f5es pol\u00edtico\/administrativas que comprometem n\u00e3o apenas esta voca\u00e7\u00e3o da cidade, como \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental, os mananciais dos sistemas Alto Cotia e Guarapiranga e, consequentemente, o abastecimento de \u00e1gua para 6,6 milh\u00f5es de pessoas na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo.<br>Assista ao document\u00e1rio na integra no site do Curta DOC, tradicional portal de curta metragens:<br><strong><a href=\"http:\/\/curtadoc.tv\/curta\/artes\/embu-terra-das-artes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/curtadoc.tv\/curta\/artes\/embu-terra-das-artes\/<\/a><\/strong><\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-809e447c\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br>LEGISLA\u00c7\u00c3O<\/h3><p class=\"uagb-desc-text\">Aqui voc\u00ea pode acessar e consultar todas leis municipais, dispon\u00edveis, da cidade de Embu das Artes.<br><strong><a href=\"https:\/\/leismunicipais.com.br\/legislacao-municipal\/4903\/leis-de-embu-das-artes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Saiba mais:<\/a><\/strong><\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-809e447c\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br>APA Embu Verde<\/h3><p class=\"uagb-desc-text\"><strong>O que \u00e9 uma APA?<\/strong><br>APA (\u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental) \u00e9 uma \u00e1rea em geral extensa, com certo grau de ocupa\u00e7\u00e3o humana, dotada de atributos abi\u00f3ticos, bi\u00f3ticos, est\u00e9ticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o humana.<br><br>Tem como objetivos b\u00e1sicos, proteger a diversidade biol\u00f3gica, disciplinar o processo de ocupa\u00e7\u00e3o e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais.<br><br>Pode ser estabelecida em \u00e1rea de dom\u00ednio p\u00fablico e\/ou privado, pela Uni\u00e3o, estados ou munic\u00edpios, n\u00e3o sendo necess\u00e1ria a desapropria\u00e7\u00e3o das terras. No entanto, as atividades e usos desenvolvidos est\u00e3o sujeitos a um disciplinamento espec\u00edfico.<br><br>A \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental deve dispor de um Conselho presidido pelo \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por sua administra\u00e7\u00e3o e constitu\u00eddo por representantes dos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos, de organiza\u00e7\u00f5es da sociedade civil e da popula\u00e7\u00e3o residente, conforme constar no regulamento da Lei da APA. Dessa forma, a Lei da APA passa a regular o uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo daquela determinada regi\u00e3o.<br><br><em>Fontes:<strong> <a href=\"http:\/\/www.ambientebrasil.com.br\">www.ambientebrasil.com.br <\/a><\/strong>e <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\"><strong>wikipedia.org<\/strong><\/a><\/em><br><strong>VEJA TAMB\u00c9M:<br>A import\u00e2ncia da APA Embu Verde:<br><\/strong>aqui voc\u00ea descobre por que o controle da ocupa\u00e7\u00e3o e a preserva\u00e7\u00e3o dos recursos naturais \u00e9 importante pra todos.<br><br><strong>Diagn\u00f3stico Socioambiental da APA Embu Verde:<\/strong><br>estudos realizados pelo Instituto Florestal, para mapear a regi\u00e3o com dados sobre a vegeta\u00e7\u00e3o e a vida.<br><br><strong>Lei de cria\u00e7\u00e3o da APA Embu Verde:<br><\/strong>o resultado de um ano de luta dos moradores da cidade, junto ao poder p\u00fablico, para proteger a \u00e1rea sob o apoio da lei.<br><br><strong>Plano de Manejo da APA Embu Verde:<\/strong><br>conhe\u00e7a a luta da comunidade embuense para que as defini\u00e7\u00f5es de atividades dentro da APA sejam sustent\u00e1veis e focadas na prote\u00e7\u00e3o ambiental.<br><br><strong>Revista APA Embu Verde:<\/strong><br>dados do Diagn\u00f3stico transformados em apresenta\u00e7\u00e3o da APA Embu Verde, com linguagem acess\u00edvel para todos os p\u00fablicos.<\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-809e447c\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br>Especial Plano Diretor<\/h3><p class=\"uagb-desc-text\">Aqui voc\u00ea encontra algumas informa\u00e7\u00f5es sobre a grande luta que a comunidade embuense enfrentou para evitar um desastre socioambiental com a revis\u00e3o do Plano Diretor de 2012.<br>O Plano Diretor surgiu na cidade de Embu das Artes em 2003, para definir estrat\u00e9gias de desenvolvimento urbano. Em teoria, uma cidade bem planejada garante melhor qualidade de vida para os cidad\u00e3os.<br>O problema surge quando os governantes ignoram os problemas sociais e passam a favorecer interesses pr\u00f3prios.<br>O problema se agrava quando o poder p\u00fablico cria uma cidade de apar\u00eancias: resolve uma porcentagem \u00ednfima dos problemas sociais, como uma esp\u00e9cie de esmola e, em contrapartida, causa preju\u00edzos enormes visando interesses estranhos \u00e0s necessidades da popula\u00e7\u00e3o, sob o disfarce de que \u00e9 para o bem de todos.<br><br>Voc\u00ea quer se informar e saber o que realmente aconteceu?<br>Clique nos links a seguir:<br><a href=\"https:\/\/rodolfovalmeida.wordpress.com\/plano-diretor\/\"><strong>O QUE \u00c9 UM PLANO DIRETOR<\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/rodolfovalmeida.wordpress.com\/plano-diretor\/quando-surgiu-o-problema\/\"><strong>QUANDO O PROBLEMA COME\u00c7OU<\/strong><\/a><br><br>Documentos Oficiais<br><a href=\"https:\/\/leismunicipais.com.br\/plano-diretor-embu-das-artes-sp\"><strong>PLANO DIRETOR \u2013 LEI MUNICIPAL<\/strong><\/a><\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-809e447c\"><h3 class=\"uagb-heading-text\"><br>Mapas da cidade de Embu<\/h3><p class=\"uagb-desc-text\">Esta p\u00e1gina foi criada para auxiliar estudantes e profissionais interessados, sobretudo das \u00e1reas de urbanismo, meio ambiente, engenharia e saneamento, para facilitar o acesso aos dados necess\u00e1rios para trabalhos sobre a regi\u00e3o.<br><br>Possui base de dados gratuita, com os principais mapas de Embu das Artes. Entre eles: Hidrografia, \u00c1reas de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental, \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o aos Mananciais, Logradouros, Zoneamento do Plano Diretor e muito mais.<br><br>QGISQGIS-MAPAO QGIS (anteriormente conhecido como \u201cQuantum GIS\u201d) \u00e9 um software livre\/open source multiplataforma de sistema de georreferenciamento (GIS). Ele pode ser baixado gratuitamente neste link:<br><a href=\"https:\/\/www.qgis.org\/en\/site\/forusers\/download.html\"><strong><em>https:\/\/www.qgis.org\/en\/site\/forusers\/download.html<\/em><\/strong><\/a><br><strong>Mapas<\/strong><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/APAs__Embu_das_artes.zip\"><strong><em>APAs Embu das artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/APAs__Embu_das_artes.zip\"><em><strong>APA EMBU VERDE<\/strong><\/em><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/APRM_G_Guarapiranga.zip\"><strong><em>APRM G Guarapiranga<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Hidrografia_Embu_das_artes.zip\"><strong><em>Hidrografia_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Logradouros_Embu_das_artes.zip\"><strong><em>Logradouros_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Projetos-Priorit\u00e1rios_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Projetos Priorit\u00e1rios_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/SETORES_CENTRO_HISTORICO_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>SETORES_CENTRO_HISTORICO_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Sistema-Areas-Verdes-Conectividade_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Sistema Areas Verdes Conectividade_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Sistema-Areas-Verdes-MVS_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Sistema Areas Verdes MVS_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Sistema-Areas-Verdes-Pq-Linear_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Sistema Areas Verdes Pq Linear_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Sistema-Areas-Verdes-Rec-Urbana_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Sistema Areas Verdes Rec Urbana_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Sistema-Areas-Verdes_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Sistema Areas Verdes_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><br><a href=\"https:\/\/seae-embu.org\/anterior\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/Zoneamento-Atual_Embu_das_artes.rar\"><strong><em>Zoneamento Atual_Embu_das_artes<\/em><\/strong><\/a><\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-770105ce alignwide uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container__shape uagb-container__shape-top uagb-container__shape-flip\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 1000 100\" preserveAspectRatio=\"none\"><path class=\"uagb-container__shape-fill\" d=\"M0,6V0h1000v100L0,6z\"><\/path><\/svg><\/div>\n<div class=\"wp-block-uagb-info-box uagb-block-9fc875fa uagb-infobox__content-wrap  uagb-infobox-icon-above-title uagb-infobox-image-valign-top wp-block-uagb-info-box--has-margin\"><div class=\"uagb-infobox-margin-wrapper\"><div class=\"uagb-ifb-content\"><div class=\"uagb-ifb-title-wrap\"><span class=\"uagb-ifb-title-prefix\">Junte-se a n\u00f3s<\/span><h2 class=\"uagb-ifb-title\">Contribua para um futuro sustent\u00e1vel e igualit\u00e1rio<\/h2><\/div><p class=\"uagb-ifb-desc\">Participe de nossas a\u00e7\u00f5es e fa\u00e7a a diferen\u00e7a em nossa comunidade!<\/p><div class=\"uagb-ifb-button-wrapper wp-block-button\"><a href=\"\/seae2024\/doeagora\/\" class=\"uagb-infobox-cta-link wp-block-button__link\" target=\"_self\" rel=\"noopener noreferrer\" onclick=\"return true;\"><span class=\"uagb-inline-editing\">doe agora<\/span><\/a><\/div><\/div><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-icon-list uagb-block-27cb2f14\"><div class=\"uagb-icon-list__wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-icon-list-child uagb-block-d1934bf2\"><a target=\"_blank\" aria-label=\"List item\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/seaembu\/\"> <\/a><span class=\"uagb-icon-list__source-wrap\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 448 512\"><path d=\"M224.1 141c-63.6 0-114.9 51.3-114.9 114.9s51.3 114.9 114.9 114.9S339 319.5 339 255.9 287.7 141 224.1 141zm0 189.6c-41.1 0-74.7-33.5-74.7-74.7s33.5-74.7 74.7-74.7 74.7 33.5 74.7 74.7-33.6 74.7-74.7 74.7zm146.4-194.3c0 14.9-12 26.8-26.8 26.8-14.9 0-26.8-12-26.8-26.8s12-26.8 26.8-26.8 26.8 12 26.8 26.8zm76.1 27.2c-1.7-35.9-9.9-67.7-36.2-93.9-26.2-26.2-58-34.4-93.9-36.2-37-2.1-147.9-2.1-184.9 0-35.8 1.7-67.6 9.9-93.9 36.1s-34.4 58-36.2 93.9c-2.1 37-2.1 147.9 0 184.9 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class=\"wp-block-uagb-icon-list-child uagb-block-62b4dae6\"><a target=\"_blank\" aria-label=\"List item\" rel=\"noopener noreferrer\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@seaembu \"> <\/a><span class=\"uagb-icon-list__source-wrap\"><svg xmlns=\"https:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 576 512\"><path d=\"M549.7 124.1c-6.281-23.65-24.79-42.28-48.28-48.6C458.8 64 288 64 288 64S117.2 64 74.63 75.49c-23.5 6.322-42 24.95-48.28 48.6-11.41 42.87-11.41 132.3-11.41 132.3s0 89.44 11.41 132.3c6.281 23.65 24.79 41.5 48.28 47.82C117.2 448 288 448 288 448s170.8 0 213.4-11.49c23.5-6.321 42-24.17 48.28-47.82 11.41-42.87 11.41-132.3 11.41-132.3s0-89.44-11.41-132.3zm-317.5 213.5V175.2l142.7 81.21-142.7 81.2z\"><\/path><\/svg><\/span><\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>embu das artes EMBU DAS ARTES: A CIDADE COM voca\u00e7\u00e3o art\u00edstica ORIGEM DA CIDADE Atuamos contra a degrada\u00e7\u00e3o e em 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