A SEAE em junho, realizou a denúncia de danos ambientais causados por desmatamento em Área de Proteção Permanente (APP) resultante de obra de desassoreamento, conduzida pela Prefeitura da Estância Turística de Embu das Artes, sem os devidos licenciamentos. O local das fotos permeia o rio Embu-Mirim no quarteirão que vai da Avenida Vereador Jorge de Souza até o Parque do Lago Francisco Rizzo. Conforme os argumentos apresentados, solicitamos a fiscalização e interdição das atividades.

A SEAE em junho de 2016, apresentou denúncia de danos ambientais causados por supressão de vegetação, movimentação de terra e realização de obra sem os devidos licenciamentos, na Estrada Ponta Porã, ao lado do número 522, em frente ao número 517, no Jardim Ipês – Embu das Artes. A região afetada faz parte da APA – Área de Proteção Ambiental e afim evitar maiores danos ambientais solicitamos a fiscalização e interdição das atividades.

A SEAE em maio de 2016, apresentou denúncia de danos ambientais causados por supressão de vegetação em Área de Proteção Permanente (APP) no Jardim Santa Clara, Embu das Artes, com acesso pela Estrada da Olaria – que fica às margens da BR 116 (km 285, atrás da empresa Votorantim Cimentos), seguindo para Estrada Santa Clara. Conforme imagem de localização abaixo e argumentos apresentados, foram solicitadas a fiscalização e interdição das atividades.
Em março de 2016, a SEAE denunciou a supressão de vegetação e despejo de lixo e entulho na Av. Guilherme Fongaro, 374 – Jardim Arpoador, São Paulo, conforme coordenadas e imagem de localização abaixo. A região afetada faz parte da APRM – Área de Proteção e Recuperação de Mananciais da Guarapiranga. A partir dessas informações foram solicitadas a Fiscalização e interdição urgente das atividades.
Denunciamos em março de 2016, a supressão de vegetação na Várzea do Rio Embu Mirim, a obra cercada em extensão que ocupa meio quarteirão da Rua Alberto Giosa, conforme imagem de localização abaixo. O terreno é propriedade particular e não tem nenhuma placa de autorização da CETESB para movimentação de terra. Os danos causados a vegetação está dentro da Área de Proteção Permanente – APP, na Várzea do Rio Embu Mirim, fazendo parte da região da APRM – Área de Proteção e Recuperação de Mananciais da Guarapiranga. Com base nos argumentos apresentados solicitamos a fiscalização e interdição das obras.
